sábado, 23 de março de 2013

Agora com mais tempo terei tempo pra reclamar da vida, não trabalho mais aos sábados...Porém, ganharei menos. As minhas horas extras vão ser substituídas pelos sábados. Me ferrei, literalmente! Tenho chegado mais cedo no trabalho e saindo mais tarde, e depois como se não bastasse, tenho que ir pro colégio... eba. Eba coisíssima nenhuma, todo entusiamo que eu tinha foi-se água abaixo. Todos os dias é uma verdadeira luta entre o querer e o dever dentro de mim... Tenho pensado em fazer outra coisa, cursar o terceiro ano e fazer um curso técnico. Estou tentando amadurecer a ideia.  

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Essa música de NX Zero, Maré, definindo-me ultimamente.

Todo dia ela chega em casa
E se pergunta: O que é que eu tô fazendo aqui?
Todo dia chega do trabalho
Olha pro lado sem saber pra onde ir

Vê que a vida que leva não é a mesma
Que planejou quando era feliz
Todo dia isso se repete
Ela procura um motivo pra sorrir

Com o tempo a vida faz crescer e aceitar
Que de repente tudo muda e troca de lugar
Não se entregue e não deixe a maré te levar
Só não deixe a maré te levar
Com o tempo a vida faz crescer e aceitar

Todo dia ele toma um gole
Pra esquecer tudo o que deixou pra trás
Todo dia ele se arrepende de não ter
Feito o que era capaz

Vê que a vida que leva não é a mesma
E essa rotina já não satisfaz
Todo dia isso se repete e ele procura
Encontrar a sua paz

Com o tempo a vida faz crescer e aceitar
Que de repente tudo muda e troca de lugar
Não se entregue e não deixa a maré te levar
Só não deixe a maré te levar
Com o tempo a vida faz crescer e aceitar
É!

Com o tempo a vida faz crescer e aceitar
Que de repente tudo muda e troca de lugar
Não se entregue e não deixe a maré te levar
Só não deixe a maré te levar
Não se entregue e não deixe a maré te levar
Só não deixe a maré te levar


sábado, 9 de fevereiro de 2013

Escrevi algumas coisas ontem e ante-ontem, só que incrivelmente não tive um pingo de vontade de posta-las. Iria fazer isso ontem, mas desanimei estranhamente, sei lá o porque. Hoje fui trabalhar, passei pelo Largo da Ordem, um bairro aqui em Curitiba que pode-se ser chamado de vadiagem, você passa lá pela manhã cedo de sexta para sábado e do sábado para o domingo, e só encontra os chapados. Eu indo pro trabalho e outros indo para a ressaca. Ao chegar em casa, tive que ir no mercado, estava evitando isso a 3 dias, pelas filas gigantescas, e não foi diferente, aproveitei para claro ir na farmácia, sincera e honestamente eu adoro ir na farmácia desse mercado. E adoro também o farmacêutico, André. Extremamente gente boa e hoje fui até lá as 18:20 e voltei pra casa as 21:33, é passei esse tempo todo tagarelando e até que gerou alguma coisa, muita coisa. Fiquei feliz com isso, principalmente pelos "cortejos" que recebi. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

   Hoje falei com minha avó pelo telefone, ela chorou e eu chorei com ela. É triste querer ver, abraçar alguém e não poder, por existir quilômetros de distância impedindo. Conversei com minha mãe, tão bom a escutar me chamando de filha com tanto carinho.
  Descobri que ela adotou mais um cachorro, acho que lá em casa vai virar um lar só para cachorros, sério, é o quarto cachorro morando lá, acho que ela tem se sentido só ultimamente. Óbvio que queria estar lá para fazer-lhe companhia, mas pulando de parte, que tô borrando o rímel, dia 14 agora, VOLTA AS AULAS, eba! Voltarei a estudar, a noite, tipo um supletivo, porém melhor do que ficar com a cabeça sem para ocupar. Se bem que preciso de mais, muito mais para ocupar meu juízo.
  Não vou ficar colocando isso na minha cabeça porque como diz minha tia, "Você precisa aprender a ficar só, a se conhecer melhor", mesmo tendo esse trauma desde pequena, acho que é inevitável isso é quase impossível, já que não tenho a menor ideia de como aprender isso. As vezes penso em desistir, mas não ganharei tanto com isso, alguns momentos de felicidade talvez, mas e depois?

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Tenho medo de não conseguir, de fraquejar, de ser vista como uma frágil, que não aguenta se quer passar por dificuldades, por limitações, e isso fortalece-me cada bendito dia que se passa, e tenha a certeza, com o tamanho do orgulho que carrego no peito, posso morrer aqui, mas não desistirei. Que assim seja.
Não nego que as vezes sinto uma certa saudade de sentir ciumes por alguém, as vezes.
Ansiando cada dia mais por alguma coisa que mantenha-me forte, de queixo erguido, sem ficar chorando enquanto trabalho, enquanto ando pela rua, enquanto escuto alguma música que lembre-me a minha família, os meus amores perdidos, algum cheiro agradável que traga-me boas lembranças, das quais eu não deveria lembrar, para o meu próprio bem.
“Uma casinha bonita. Um emprego que eu adore. Uma pessoa que me entenda. Um par de pés pra me guiar. E um de braços pra dias frios. Um chão pra quando meu mundo desabar. Um colo eterno de mãe. Um lugar pra voltar. Outro pra ficar pra sempre.”
Pessoas erradas, quilômetros certos...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Repousarei, já que amanhã ainda é sexta-feira e tenho trabalho pela frente. Adíos e até breve.
Certas loucuras deveriam ser contidas, porem os planos que formulo, não passam de planos, nunca consigo pô-los em prática. E assim continuo fazendo loucuras, e com quem não devia, sempre o quis e disse para mim mesma, que só iria sossegar até ter o que tanto eu almejava. Até que consegui, mas veio com um gosto amargo, e com o tempo piorou." Homem dos outros só gera problema" assim diz minha mãe, e olha eu enrolada até o pescoço, e já querendo sair desse embaraço, por obrigação, é claro. A luxúria grita  discordando, mas vou ter de me fingir de surda. Tenho outro por vista, eu e a minha pequena mania de passar por trampos e barrancos, mas acabar conseguindo o que quero, mesmo sem saber que diabos de tipo seria aquele homem. Intrigante, exigente e extremamente estranho. Impossível de ser entendido. Hora brinca com você e esta de ótimo humor, hora grosso e impaciente. Gosto disso, gosto de desafios. E esse para mim é só mais um.
Aquela música que diz tudo o que você não consegue dizer.
Pode até parecer "viadagem" mas depois que experimentamos doses grandes do tal chamado amor e nos decepcionamos, ficamos relutantes. E o pior, é a frieza que passamos a ter por ele. Chega a ser ridículo, porem, verdadeiro. Ser enganado por diversas vezes, e seguidas, sem dó, nem piedade, como se fosse apenas um castigo que você tivesse que sofrer, querendo ou não. E mesmo relutante, como se uma vez não fosse o suficiente, você entrega seu coração, novamente, ao primeiro filho de uma mãe que encontra pela frente e já acha que ele é o homem da sua vida. Ai que você se fode, mais uma vez e jura que jamais, em hipótese alguma vai se apaixonar por outro, que agora vai apenas se divertir com os homens, e que vai "pegar e não se apegar". Ah!! Como se isso fosse realmente acontecer. Só que depois de mil e uma tentativas, você vai se cansando, ficando frustrada e ai você acha que chegou o fim da linha e até encontrar alguém legal, que você imponha o seu valor e ele respeite-a, você vai se martirizando daqui até lá. E não pense que esse texto tem o final feliz, porque ele não tem, até hoje procura-se o tal cara.
Todos os dias eu tenho um lamento, uma frustração, um desgosto, que as vezes acho que sou desgostosa da vida. Somente por passar por problemas frequentemente e ter que enfrentá-los da única forma que sempre temi, sozinha.

Mas é só um plano, entre os milhares que já tive e nunca realizei. Sempre fui o rei dos planos, péssimo em execuções